Um navio estava atracado, há dias, por conta de um grave defeito em suas caldeiras. Vários especialistas já tinham sido chamados, mas nenhum deles conseguiu encontrar o problema. Até que o capitão mandou vir, de uma cidade vizinha, um engenheiro muito conceituado pela extrema competência.
O engenheiro chegou e, após escutar a descrição feita pelo capitão quanto aos problemas, fez algumas poucas perguntas e dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes. Com as mãos apalpou alguns dos tubos. Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.
Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar, com perfeição e o engenheiro retornou à sua cidade.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de $ 1.000, queixou-se de que o engenheiro só havia ficado na sala de máquinas durante dez minutos e tinha dado uma marteladinha numa válvula. Pediu então uma conta discriminada dos serviços e o engenheiro assim o fez:
Total da conta – $1.000:
Conserto com o martelo – $ 0,50;
Saber onde martelar _ $ 999,50.
Valorizar nossos talentos é o primeiro passo para
assegurar a auto estima e o orgulho de nós mesmos.